Dezembro mês que vêm com muitas festividades .Reencontros ,com a família, amigos pessoas que nos lembram bons momentos ,esses por vezes de paz e gratidão ,ou outros de lagrimas e dor. Mas chega a hora de olhar para trás e refletirmos. Quantas coisas podíamos ter feito, e deixamos de fazer. Quantos sorrisos que não demos, a vida não parou de acontecer mas nos deixamos para trás quem sabe oportunidade única que jamais voltará, mas que lastima perdemos. Por outro lado é tempo de ver o que se pode melhorar ainda da tempo, Portanto que as reflexões que nos propusemos durante esse tempo, possa nos mostrar horizontes do qual não conhecemos ,caminhos que possam nos conduzir a dias melhores.
segunda-feira, 27 de novembro de 2017
domingo, 26 de novembro de 2017
O erro e a ilusão
O erro e a ilusão
O erro e a ilusão sem restrições não se reconhecem como tais,
a educação deve mostrar que o conhecimento não é um espelho das coisas ou do mundo
externo. A projeção de nossos desejo ou medos e as inquietações mentais
trazidas por nossas emoções multiplicam os riscos do erro. Eliminá-lo é reprimir
a afetividade sendo que o desenvolvimento da inteligência e o mundo da afetividade ambos andam juntos.Portanto
o desenvolvimento do conhecimento científico é poderoso meio de detecção dos
erros e da luta contras ilusões,mas não pode tratar sozinho dos problemas que o individuo
age para desenvolver sua estrutura de pensamentos, críticos, filosóficos e
éticos,deve-se a educação se dedicar e identificar a origem de erros,ilusões e cegueira .
Segundo Edgar Amorim, começamos a nos tornar verdadeiros racionais
quando conhecemos a racionalidade e reconhecemos
nossos próprios mitos a nossa razão toda
poderosa e o progresso garantido.Isso significa que a verdadeira racionalidade
não é apenas teórica ou critica,é também autocrítica.Assim o padrão pede ao
mesmo tempo elucidar e cegar,revelar e ocultar.
segunda-feira, 20 de novembro de 2017
Na sala sem cor
Saindo da sala da consciência ,nossos amigos entram na sala sem cor, imediatamente, foram sugados por um gigantesco túnel do tempo. Agora ,viajantes, á mercê dos infortúnios, nossos amigos cruzam a fronteira do real e chegam a cidade sem cor. Lá ,as ruas são inexistentes edifícios ,invisíveis ,as cores desbotam, as flores não existe mais... a lua, e as estrelas ,nem pensar! Tudo porque as pessoas dessa cidade não tinham tempo para olhar ao seu redor; não reparavam em nada...andavam com a cabeça baixa, não enxergavam nada nem ninguém .Se ninguém olhava para nada para que tudo existir? Foi assim que pensou uma velhinha a guardiã da cidade sem cor ,que resolveu guardar para si, como lembrança, a cor e a vida que restaram.
REFLEXÃO
Este pequeno texto fala da realidade de nossos dias, vive-se de tal modo que muitas vezes não temos tempo para observar o que tem de belo a nossa volta , já reparaste tu na beleza que tem uma flor os tons, a textura e a sua forma . Penso que no corre- corre do dia-a-dia há coisas que consideramos pequenas e que deixamos de lado, e sem perceber acabamos esquecendo, a vida passa depressa, por isso fica o convite olhe para ao lado, procura ver se não alguém há espera de um pequeno gesto teu, um sorriso, um bom dia ,ou até mesmo um aperto de mão.
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