Saindo da sala da consciência ,nossos amigos entram na sala sem cor, imediatamente, foram sugados por um gigantesco túnel do tempo. Agora ,viajantes, á mercê dos infortúnios, nossos amigos cruzam a fronteira do real e chegam a cidade sem cor. Lá ,as ruas são inexistentes edifícios ,invisíveis ,as cores desbotam, as flores não existe mais... a lua, e as estrelas ,nem pensar! Tudo porque as pessoas dessa cidade não tinham tempo para olhar ao seu redor; não reparavam em nada...andavam com a cabeça baixa, não enxergavam nada nem ninguém .Se ninguém olhava para nada para que tudo existir? Foi assim que pensou uma velhinha a guardiã da cidade sem cor ,que resolveu guardar para si, como lembrança, a cor e a vida que restaram.
REFLEXÃO
Este pequeno texto fala da realidade de nossos dias, vive-se de tal modo que muitas vezes não temos tempo para observar o que tem de belo a nossa volta , já reparaste tu na beleza que tem uma flor os tons, a textura e a sua forma . Penso que no corre- corre do dia-a-dia há coisas que consideramos pequenas e que deixamos de lado, e sem perceber acabamos esquecendo, a vida passa depressa, por isso fica o convite olhe para ao lado, procura ver se não alguém há espera de um pequeno gesto teu, um sorriso, um bom dia ,ou até mesmo um aperto de mão.
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