quinta-feira, 21 de junho de 2018
Letramento e Alfabetização
Compreender a relação entre
alfabetização e letramento é de suma, importância para que possamos construir
práticas efetivas de ensino de leitura e escrita, diante da atividade proposta
no semestre fui investigar e percebi os dois conceitos
tem definições diferentes, passei a
descobrir que um individuo alfabetizado não necessariamente é ser letrado. Por que
alfabetização é saber codificar letras e números, e letrado e dar a resposta a tudo isso é saber responder ás demandadas
sociais da leitura. Faz sentido quando concebemos a alfabetização como um processo no qual o aprendiz vai construindo e reconstruindo suas ideias sobre o sistema escrita. Um longo processo que não ocorre só na escola, mas também na vida e no mundo, pois a escrita está por toda parte.
segunda-feira, 4 de junho de 2018
Final de Semestre
estamos nos aproximando do termino de mais um semestre,percebo que a medida em que o curso se encaminha para o final as responsabilidades também aumentam e alguns sentimentos já se misturam. Tivemos oportunidade de aprender a cada minuto, coisas novas, instigantes e interessantes, oportunidade construir o conhecimento a partir das reais necessidade de nossos alunos usando diferentes tipos de recurso, interagindo com grupos fazendo e refazendo as atividades. Portanto o semestre contribuiu de forma significativa frente as novas exigências educacionais. Sabendo que é somente mais uma etapa sem negar a grande responsabilidade que está em nossas mãos a final estamos falando em educação, na preparação para ajudar, ensinar, auxiliar e por que não dizer aprender. Por que sempre seremos eternos aprendizes.
segunda-feira, 28 de maio de 2018
Temas Geradores
Ao ler a obra de Paulo freire sentimos o quanto esse educador defendia suas ideias e sua vontade de transformação. Através dos temas geradores Paulo Freire nos mostra a importância do dialogo para construção do conhecimento, defende a ideia do professor unir-se ao aluno e buscar com ele o saber, e a transformação da realidade e nessa concepção, as atividades devem ser baseadas no contexto social, na vida e interesse do aluno, partindo dessa realidade serão levantados os temas problematizados e assim se amplia a visão de mundo dos sujeitos envolvidos nesse processo de aprendizagem, gerando novas descobertas e autonomia, propiciando a ideia de que todos temos conhecimentos e que estes se influenciam e se modificam através das trocas, por isso em sala de aula e de suma importância o aluno ter voz, e não o educador impor seus métodos acreditando ser os unicos.
segunda-feira, 21 de maio de 2018
Avaliação
A avaliação é um processo continuo e participativo, na qual avaliamos a ação pedagógica e educativa, reorganizando a ação do educando da turma e do educador. Serve também para planejar ou modificar determinadas situações ou atividades em sala de aula.É necessário que o professor utilize a avaliação como modo para conhecer melhor o aluno,seus interesses, seus gostos, sentimentos sua cultura,e não como instrumento para julgar e classificar como boas fracas, obedientes, desobedientes, organizadas ou desorganizadas. Rotulando e criando imagens a respeito delas. A avaliação deve servir para intervir ,tomar decisões educativas ,observando a evolução e o progresso da criança, deve ser um processo continuo ,em diferentes momentos, espaços e atividades .Portanto deve propor desafios, novas experiências e descobertas, dando vestígios para orientar o seu trabalho ,assim a avaliação estará promovendo o desenvolvimento das crianças.
segunda-feira, 14 de maio de 2018
Os alunos Do EJA
Com o final da 2ª Guerra Mundial e do Estado Novo, o Brasil se abriu novamente para a democracia e buscou, pela primeira vez, organizar uma campanha nacional de alfabetização de adultos, que tinha ainda um caráter assistencialista e emergencial, pois buscava a erradicação do analfabetismo em um curto prazo e não à garantia de direitos à educação (SOARES e GALVÃO, 2004).
Neste semestre nos conhecemos um pouco mais sobre a história dos alunos do Eja .
Sabemos que são estudantes que tem uma realidade diferente, o que os torna valentes e especiais. Porque? São alunos que saem muitas vezes cedo para trabalhar, e a noite estão ali dentro da sala de aula , são jovens e adultos que tiveram dificuldade de concluir e veem no eja essa possibilidade de terminar os estudos e como isso uma oportunidade de vida melhor.Muitas vezes o cansaço tira um pouco do entusiasmo,mas feliz pela oportunidade de aprender a escrever seu nome pela primeira vez
nos vídeos que vimos na atividade , nas entrevistas dadas era normal ver falando da alegria de poder escrever pela primeira vez seu nome, os sonhos que tinha de poder viajar, ler o nome dos ônibus e muitas coisas que poderiam fazer depois do aprendizado.
Referencias
GALVÃO, Ana Maria de Oliveira; SOARES, Leôncio José Gomes. História da alfabetização de adultos no Brasil. In: ALBUQUERQUE, E. B.; LEAL, T.F. A alfabetização de jovens e adultos: em uma perspectiva de letramento. Belo Horizonte: Autêntica, 2004.
Neste semestre nos conhecemos um pouco mais sobre a história dos alunos do Eja .
Sabemos que são estudantes que tem uma realidade diferente, o que os torna valentes e especiais. Porque? São alunos que saem muitas vezes cedo para trabalhar, e a noite estão ali dentro da sala de aula , são jovens e adultos que tiveram dificuldade de concluir e veem no eja essa possibilidade de terminar os estudos e como isso uma oportunidade de vida melhor.Muitas vezes o cansaço tira um pouco do entusiasmo,mas feliz pela oportunidade de aprender a escrever seu nome pela primeira vez
nos vídeos que vimos na atividade , nas entrevistas dadas era normal ver falando da alegria de poder escrever pela primeira vez seu nome, os sonhos que tinha de poder viajar, ler o nome dos ônibus e muitas coisas que poderiam fazer depois do aprendizado.
Referencias
GALVÃO, Ana Maria de Oliveira; SOARES, Leôncio José Gomes. História da alfabetização de adultos no Brasil. In: ALBUQUERQUE, E. B.; LEAL, T.F. A alfabetização de jovens e adultos: em uma perspectiva de letramento. Belo Horizonte: Autêntica, 2004.
terça-feira, 1 de maio de 2018
Maria Montessori
Foi uma pedagoga, pesquisadora e médica italiana, a criadora do “Método Montessori” que revolucionou o ensino na educação infantil. Ela preservava o respeito, a necessidade e o interesse do aluno, atribuía seu conhecimento de acordo com sua faixa etária, defendia a ideia ,que a criança conduziria seu próprio aprendizado, caberia e aos educadores o acompanhamento lhe proporcionando os recursos para obtenção do mesmo. Seu método educacional partiria do concreto ao abstrato. Aprendo através de suas experiências e ensinamentos, propostas dinâmicas para organização do campo escolar deixando assim importantes contribuição no campo pedagógico.
Até os dias de hoje, podemos ver em nossas escolas algumas das contribuições desta educadora Como o Material Dourado, que é utilizado na construção da numeração decimal, móveis escolares como classes, armários e banheiros proporcionais ao tamanho e à idade das crianças. A reflexão que faço até aqui que é muito valiosa e útil os ensinamentos proposto por ela pois transforma o conhecimento em um recurso na nossa caminhada acadêmica, nos faz refletir o quanto temos ainda que aprender para ensinar, e por isso não poderão ser guardados sem que tenhamos que lembrar quando estiver em frente a desafios não serão benéficos apenas só aos outros.
segunda-feira, 16 de abril de 2018
Tudo á todos
Comenius, Jan Amos Komesky, foi um bispo protestante da igreja Morávia, pai da didática moderna o filósofo tcheco combateu o sistema medieval,defendeu o ensino de "tudo para todos" e foi o primeiro teórico a respeitar a inteligência e os sentimentos da criança,segundo ele para uma adaptação bem feita, bebês e crianças pequenas se sentem á vontade quando a creche acolhe as famílias e os objetos pessoais de todos. Levando os ensinamentos de Comenius para os nossos dias inegavelmente os vejo em meus dias, em virtude de minha escola as quartas-feiras ter o dia do brinquedo, esse momento foi liberado para que os alunos através dessa atitude pudesse, demostrar solidariedade, sociabilidade e cooperação. E ao participar desses momentos de interação com outras crianças possibilita a percepção do outro estabelecendo relações sociais. Neste contexto é possível vivenciar e refletir sobre a diversidade, o respeito pelo outro e pelas diferenças, as regras do convívio social, percebendo o limite entre o eu e o outro e assim a construção de vínculos afetivos.
Referencias:
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Visitado em 16 de abril de 2018
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